Setembro está sendo um mês decisivo para as empresas do Simples Nacional. Até 30 de setembro de 2026, é preciso avaliar pedidos de ingresso ou reingresso no regime e definir, quando aplicável, o modelo de recolhimento do IBS e da CBS para 2027.

Ao mesmo tempo, as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional já precisam se adaptar ao Emissor Nacional da NFS-e, que passou a ser obrigatório a partir de 1º de setembro de 2026.


Para o empresário, tudo isso parece apenas mais uma mudança de regra.

Para o contador, significa revisar a carteira, identificar riscos e orientar cada cliente de forma individual.

O problema não é só o prazo

O risco está em deixar a análise para o último dia.

Antes de orientar o cliente, é importante verificar:

  1. Se existem débitos em aberto.
  2. Se há pendências no e-CAC ou no DTE-SN.
  3. Se a empresa possui Termo de Exclusão.
  4. Se o faturamento acumulado ainda permite a permanência no regime.
  5. Se houve alterações societárias ou cadastrais.
  6. Se a empresa está preparada para emitir NFS-e pelo ambiente nacional.
  7. Se o modelo de recolhimento do IBS e da CBS precisa ser avaliado.
  8. Se as informações fiscais e cadastrais estão consistentes.

Uma pendência que não é identificada a tempo pode impedir o reingresso no Simples, gerar retrabalho para o escritório e comprometer a confiança do cliente.

O cliente enxerga o prazo. Você enxerga o risco.

Quando o contador apenas envia um aviso sobre o prazo, ele ajuda o cliente a lembrar.

Quando acompanha a situação fiscal, confere pendências e apresenta um plano de ação, ele entrega algo muito mais valioso: segurança para decidir.

Essa diferença muda a percepção do serviço contábil.

O cliente deixa de enxergar o escritório como alguém que apenas transmite declarações e passa a reconhecê-lo como um parceiro que acompanha o negócio antes que o problema apareça.

Como transformar informação em ação

Uma rotina simples pode ajudar:

  1. Separe os clientes que desejam ingressar ou reingressar no Simples.
  2. Verifique pendências fiscais, cadastrais e societárias.
  3. Confirme se existem notificações no e-CAC ou DTE-SN.
  4. Avalie a situação de faturamento de cada empresa.
  5. Oriente sobre a emissão da NFS-e Nacional.
  6. Registre a decisão e os próximos passos.
  7. Programe um novo acompanhamento antes do prazo final.

O desafio é fazer isso para toda a carteira sem depender de consultas manuais, planilhas espalhadas e mensagens que podem passar despercebidas.

É aqui que o Confere Sentinela conecta

O Confere Sentinela ajuda o contador a transformar acompanhamento fiscal em uma rotina organizada e preventiva.

Com a plataforma, seu escritório pode:

  1. Monitorar a situação fiscal dos clientes em um só lugar.
  2. Acompanhar pendências do Simples Nacional.
  3. Identificar notificações e riscos antes que o prazo seja perdido.
  4. Controlar informações do e-CAC, DTE-SN e certidões.
  5. Organizar a carteira por situação, prioridade e nível de risco.
  6. Reduzir a dependência de o cliente encaminhar informações manualmente.
  7. Criar uma rotina contínua de acompanhamento, não apenas uma força-tarefa em setembro.

O Sentinela não substitui o conhecimento do contador. Ele ajuda sua equipe a encontrar as informações certas no momento certo, para que o contador possa fazer o que realmente gera valor: analisar, orientar e tomar decisões junto com o cliente.

Conecte o seu escritório a uma contabilidade mais preventiva

A pergunta não é apenas:

“Minha empresa pode permanecer no Simples?”

A pergunta mais importante é:

“Eu tenho controle suficiente para identificar, acompanhar e resolver os riscos da minha carteira antes do prazo acabar?”

Se a resposta depender de planilhas, consultas manuais e mensagens soltas, está na hora de mudar.

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